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As formandas de TAE (Técnicas de Ação Educativa colocaram os seus talentos manuais à prova, tendo criado tapetes e almofadas em tecido, lã, musgami, feltro, baseando-se em estórias populares tradicionais. A fim de partilhar com os restantes alunos, pessoal docente e não docente desta escola (secundária), as formandas organizaram uma exposição na Biblioteca, a que deram o nome de Historias de Encantar. As formandas escolheram a história (conto popular, tradicional, fábula) porque é um recurso pedagógico que possibilita a alegria, desperta o prazer futuro pela leitura, desenvolve a compreensão e a interpretação. Ler ou ouvir histórias faz com que as crianças experimentem sensações variadas como medo, tristeza, surpresa, entusiasmo, fantasia e alegria. No interior da escola da infância, os livros de literatura infantil, particularmente cada vez mais atrativos e com uma riqueza literária a ser destacada, tornam-se suporte para o fascínio das crianças para as primeiras leituras, mas nada melhor do que ter alguém que nos conte uma história com carinho, com atenção, com os sons e a mímica adequada no momento certo da história.

As histórias são um dos recursos motivadores de situações futuras de leitura e o reconto de histórias um grande auxilio pedagógico, pois a forma que é elaborada faz com que as crianças se sintam envolvidas na história que está sendo contada. Elas têm a possibilidade de, enquanto escutam o narrador, ver os recursos materiais e visualizar cenários, ajudando-os a localizar-se com mais facilidade no tempo e no espaço onde a histórias se passam. Esse recurso, além de despertar a imaginação e a emoção da criança, também ajuda no desenvolvimento da memória visual, a atenção e a linguagem oral, fazendo com que a criança avance para níveis cada vez mais elevados e, ainda, permite trabalhar o Desenvolvimento Pessoal e Social, através da moral de cada história.
As formandas escolheram materiais como o tecido, o feltro, o musgami, a lã porque pretendem ser apelativos ao toque (macio) e facilmente manipuláveis pelos os bebés até às crianças mais crescidas, incluindo aqueles que sejam portadores de deficiência -NEE no domínio cognitivo e motor (motricidade fina). Qualquer um destes recursos oferece estímulos para cada faixa etária de acordo com os objetivos pretendidos e as competências a desenvolver. Por outro lado, os materiais são facilmente transportáveis e em qualquer local (creche, Jardim de infância, hospital, instituição, animação de rua) o tapete abre-se, o avental coloca-se, a almofada e o "puf" ajeitam-se, os materiais ganham vida e a magia começa...

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